Categoria: Basílica
09/09/2018 Por: Aline Salustiano
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A Paróquia de Nossa Senhora das Dores – Basílica Santuário esteve na noite de ontem, 08 de setembro, repleta de devotos, que participaram da celebração da oitava noite do quinzenário em louvor à Nossa Senhora das Dores. A Celebração teve como intenção, as vítimas do acidente de trânsito ocorrido nessa sexta-feira, dia 7 de setembro na CE-292, entre Nova Olinda e Crato.
Ao acolher os noitários e romeiros, padre Cícero José falou do sentimento de tristeza pela perda dos romeiros. “Durante todo o dia as celebrações e orações se voltaram para a cidade de Ararendá, que pertence à diocese de Crateús, aos nossos irmãos romeiros que ontem foram vítimas de um acidente. Nossas orações principalmente pelos seus familiares. Estamos com o coração marcado pela perda dos nossos irmãos romeiros”, disse.
A Celebração Eucarística foi presidida pelo pároco da Paróquia de São Pedro, em Caririaçu, padre Alberto Neves e concelebrada pelo pároco/reitor da Basílica Santuário, padre Cícero José da Silva. Participaram da celebração seminaristas diocesanos e salesianos.
Durante sua homília, o celebrante enfatizou a missão do profeta, narrada na primeira leitura, e fez memória a vida e doação do Monsenhor Murilo e a sua vocação com a causa da nação romeira. “Me recordo, aqui na Igreja de Nossa Senhora das Dores, a presença amorosa do Monsenhor Murilo quando celebrava a festa de Nossa Senhora. Derramava no coração do povo alegria e esperança de um sacerdote que, iluminado por Deus, vivia e celebrava os louvores a Maria. Sua voz, exaltava em profundidade, a presença carinhosa da Mãe das Dores. Junto com ela, muitos de nós também sofremos, desiludidos, desanimados diante de tanta violência na sociedade. Recordamos Padre Murilo, de saudosa memória, que tão bem nos evangelizou e cativou o povo de Juazeiro e os romeiros”, disse.
O celebrante ainda recordo a cura do surdo, narrada no Evangelho de Marcos, frisando que o cristão é imagem e semelhança de cristo, membro do corpo Igreja, mesmo em meio as dificuldades do caminho. “O nosso ser discípulos nos convida a soltar a língua daqueles que estão presos, que não tem coragem de denunciar. Somos membros de Cristo e formamos a sua Igreja, como havia dito São Paulo. As vezes utilizamos de forma erra os nossos sentidos, sobretudo o falar e o ouvir. Só podemos ouvir Deus, se pronunciarmos as suas maravilhas. Só podemos falar do bem se praticarmos o bem. Nos coloquemos hoje no lugar desse surdo e que possamos sair dessa Igreja, ouvindo Deus e falando sobre Deus”, concluiu.
Assim como acontece todas noites, antes da benção final, todos se consagraram à Nossa Senhora das Dores.
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